Dividendos de BMIN3.
O que pagou
em 12 meses.
Pagamento por pagamento.
Cada provento de BMIN3 registrado na B3, com data, tipo e valor por ação.
| Pagamento | Tipo | Valor por ação |
|---|---|---|
| 18 mar 2026 | Dividendo | R$ 0,5117 |
| 19 fev 2025 | Dividendo | R$ 0,3537 |
| 7 fev 2024 | JCP + Dividendo | R$ 1,2727 |
| 17 mar 2023 | JCP | R$ 1,2071 |
| 24 mar 2020 | JCP | R$ 1,40 |
| 2 abr 2019 | Dividendo | R$ 0,0337 |
| 2 abr 2019 | JCP | R$ 0,0396 |
| 29 mar 2017 | JCP | R$ 2,1412 |
| 14 abr 2016 | JCP | R$ 0,2525 |
| 10 set 2015 | JCP | R$ 0,4444 |
| 19 mar 2015 | JCP | R$ 0,303 |
| 11 set 2014 | JCP | R$ 0,2828 |
| 25 mar 2014 | JCP | R$ 0,1111 |
| 12 set 2013 | JCP | R$ 0,2424 |
| 13 mar 2013 | JCP | R$ 0,3636 |
| 12 set 2012 | JCP | R$ 0,5454 |
Valores brutos por ação informados à B3. JCP tem 15% de IR retido na fonte; dividendos são isentos pra pessoa física.
Como funciona o pagamento de dividendos de BMIN3
A Banco Mercantil de Investimentos distribui parte do lucro aos acionistas de duas formas: dividendos, isentos de imposto de renda pra pessoa física, e JCP (juros sobre capital próprio), com 15% retidos na fonte. O conselho aprova os pagamentos depois da divulgação dos resultados, define a data-com (quem tem a ação nesse dia recebe) e o valor por ação.
Nos últimos 12 meses, BMIN3 fez 1 pagamento, uma cadência anual. Quem compra a ação depois da data-com não recebe o provento daquele anúncio, entra no ciclo seguinte.
O histórico de BMIN3 em números
Nos últimos 12 meses, BMIN3 pagou R$ 0,51 por ação, um dividend yield de 2,38% sobre a cotação atual. No recorte anual recente, o ano mais forte foi 2024, com R$ 1,27 por ação.
Histórico é retrato, não promessa: proventos dependem de lucro, caixa e decisão do conselho a cada ciclo. Use o número de 12 meses como régua, compare com o gráfico ano a ano acima e desconfie de yield muito acima dos pares.
Dividendos, JCP e imposto de renda
Dividendos de ações são isentos de IR pra pessoa física pela legislação atual, sem limite de valor. JCP tem 15% retidos na fonte, mas no agregado costuma compensar, porque a empresa abate o pagamento como despesa e paga menos imposto corporativo.
O PL 1.087/2025 propõe taxar dividendos acima de R$ 50 mil por mês em 10% na fonte. O texto foi aprovado na Câmara e segue em discussão no Senado, com vigência provável a partir de 2027 se aprovado. Pra maioria dos investidores, nada muda por enquanto.