Dividendos de LPSB3.
O que pagou
em 12 meses.
Pagamento por pagamento.
Cada provento de LPSB3 registrado na B3, com data, tipo e valor por ação.
| Pagamento | Tipo | Valor por ação |
|---|---|---|
| 19 jun 2026 | Dividendo | R$ 0,0765 |
| 23 dez 2025 | Dividendo | R$ 0,0654 |
| 22 dez 2025 | Dividendo | R$ 0,1457 |
| 27 jun 2024 | Dividendo | R$ 0,0406 |
| 27 jun 2022 | Dividendo | R$ 0,0756 |
| 27 jun 2022 | Dividendo | R$ 0,0207 |
| 16 jun 2015 | JCP | R$ 0,0088 |
| 16 jun 2014 | Dividendo + JCP | R$ 0,4959 |
| 13 jun 2013 | JCP + Dividendo | R$ 0,3109 |
| 15 jun 2012 | Dividendo + JCP | R$ 0,6385 |
| 1 mai 2012 | JCP + Dividendo | R$ 0,6385 |
| 27 jun 2011 | Dividendo | R$ 0,9279 |
| 25 jun 2010 | Dividendo | R$ 0,8349 |
| 14 mai 2008 | Dividendo | R$ 0,7093 |
Valores brutos por ação informados à B3. JCP tem 15% de IR retido na fonte; dividendos são isentos pra pessoa física.
Como funciona o pagamento de dividendos de LPSB3
A Lopes Brasilon distribui parte do lucro aos acionistas de duas formas: dividendos, isentos de imposto de renda pra pessoa física, e JCP (juros sobre capital próprio), com 15% retidos na fonte. O conselho aprova os pagamentos depois da divulgação dos resultados, define a data-com (quem tem a ação nesse dia recebe) e o valor por ação.
Nos últimos 12 meses, LPSB3 fez 3 pagamentos, uma cadência semestral. Quem compra a ação depois da data-com não recebe o provento daquele anúncio, entra no ciclo seguinte.
O histórico de LPSB3 em números
Nos últimos 12 meses, LPSB3 pagou R$ 0,29 por ação, um dividend yield de 14,91% sobre a cotação atual. No recorte anual recente, o ano mais forte foi 2026, com R$ 0,29 por ação.
Histórico é retrato, não promessa: proventos dependem de lucro, caixa e decisão do conselho a cada ciclo. Use o número de 12 meses como régua, compare com o gráfico ano a ano acima e desconfie de yield muito acima dos pares.
Dividendos, JCP e imposto de renda
Dividendos de ações são isentos de IR pra pessoa física pela legislação atual, sem limite de valor. JCP tem 15% retidos na fonte, mas no agregado costuma compensar, porque a empresa abate o pagamento como despesa e paga menos imposto corporativo.
O PL 1.087/2025 propõe taxar dividendos acima de R$ 50 mil por mês em 10% na fonte. O texto foi aprovado na Câmara e segue em discussão no Senado, com vigência provável a partir de 2027 se aprovado. Pra maioria dos investidores, nada muda por enquanto.