Dividendos de OFSA3.
O que pagou
em 12 meses.
Pagamento por pagamento.
Cada provento de OFSA3 registrado na B3, com data, tipo e valor por ação.
| Pagamento | Tipo | Valor por ação |
|---|---|---|
| 5 mai 2026 | Dividendo | R$ 0,9299 |
| 5 mai 2025 | JCP | R$ 0,5766 |
| 5 mai 2025 | Dividendo | R$ 0,1506 |
| 13 mai 2024 | Dividendo | R$ 0,3369 |
| 11 mai 2023 | Dividendo | R$ 0,1967 |
| 29 dez 2022 | JCP | R$ 0,4388 |
| 3 mai 2022 | Dividendo | R$ 0,2375 |
| 29 dez 2021 | JCP | R$ 0,3004 |
| 30 abr 2021 | JCP | R$ 0,2506 |
| 30 abr 2021 | Dividendo | R$ 0,173 |
| 27 out 2020 | Dividendo | R$ 0,1882 |
| 23 jun 2020 | JCP | R$ 0,0175 |
| 20 mai 2019 | JCP | R$ 0,1423 |
| 20 mai 2019 | Dividendo | R$ 0,1772 |
| 25 abr 2018 | JCP | R$ 0,1112 |
| 25 abr 2018 | Dividendo | R$ 0,1027 |
Valores brutos por ação informados à B3. JCP tem 15% de IR retido na fonte; dividendos são isentos pra pessoa física.
Como funciona o pagamento de dividendos de OFSA3
A Ourofino S/aon distribui parte do lucro aos acionistas de duas formas: dividendos, isentos de imposto de renda pra pessoa física, e JCP (juros sobre capital próprio), com 15% retidos na fonte. O conselho aprova os pagamentos depois da divulgação dos resultados, define a data-com (quem tem a ação nesse dia recebe) e o valor por ação.
Nos últimos 12 meses, OFSA3 fez 1 pagamento, uma cadência anual. Quem compra a ação depois da data-com não recebe o provento daquele anúncio, entra no ciclo seguinte.
O histórico de OFSA3 em números
Nos últimos 12 meses, OFSA3 pagou R$ 0,93 por ação, um dividend yield de 3,39% sobre a cotação atual. No recorte anual recente, o ano mais forte foi 2026, com R$ 0,93 por ação.
Histórico é retrato, não promessa: proventos dependem de lucro, caixa e decisão do conselho a cada ciclo. Use o número de 12 meses como régua, compare com o gráfico ano a ano acima e desconfie de yield muito acima dos pares.
Dividendos, JCP e imposto de renda
Dividendos de ações são isentos de IR pra pessoa física pela legislação atual, sem limite de valor. JCP tem 15% retidos na fonte, mas no agregado costuma compensar, porque a empresa abate o pagamento como despesa e paga menos imposto corporativo.
O PL 1.087/2025 propõe taxar dividendos acima de R$ 50 mil por mês em 10% na fonte. O texto foi aprovado na Câmara e segue em discussão no Senado, com vigência provável a partir de 2027 se aprovado. Pra maioria dos investidores, nada muda por enquanto.