Dólar e big techs.
Proteção cambial e IA global sem sair da B3: S&P 500, Nasdaq-100 e ouro em reais.
Toda carteira brasileira carrega um risco que não aparece no extrato: o próprio Brasil. Dolarizar uma fatia via B3 é o seguro que fica barato justamente quando o real está forte, como agora.
O real é uma das moedas fortes do ano, cotado perto de R$ 5,07 em 14 de julho segundo a série da Investing.com, sustentado pelo diferencial de juros: Selic a 14,25% contra 3,50% a 3,75% do Fed. Do outro lado, o Nasdaq-100 subiu 19,9% em dólares no primeiro semestre de 2026, puxado pela mesma infraestrutura de IA que alimenta a tese fábrica volta pra casa. Essa combinação, moeda local forte e bolsa americana acelerando, é a janela clássica pra montar proteção: o seguro custa pouco antes da volatilidade do ano eleitoral, com a eleição de outubro de 2026 no calendário. No backtest Redentia a cesta fez +36,4% em 2 anos, 1,8 ponto acima do IBOV, e o papel dela nem é bater o índice: é amortecer a carteira quando o Brasil espirra.
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