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Ranking

Maiores Dividend Yields

As 50 ações e fundos imobiliários (FIIs) com maiores dividend yields da bolsa brasileira (B3) nos últimos 12 meses (TTM). Inclui dividendos pagos por bancos (BBSE3, ITUB4, BBDC4, BBAS3), seguradoras, energia, saneamento, FIIs de tijolo (HGLG11) e FIIs de papel (MXRF11, KNIP11, KNCR11). Ranking atualizado diariamente após pregão, baseado em dados oficiais. Considera dividendos + JCP (Juros sobre Capital Próprio).
Top 50 atualizado diárioDados oficiais B3Dividendos + JCPAnti value trap
Nº 1 do ranking
GRND3
GRND3GRENDENE ON NMConsumer Cyclical
36,0%DY 12mCotação R$ 3,66

Lista completa

50 ativos no ranking

#AtivoCotaçãoDY 12mP/LHojeValor de mercado
1GRND3GRND3GRENDENE ON NMR$ 3,6636,0%5,2-0,5%R$ 3,3 bi
2JSLG3JSLG3JSL ON NMR$ 5,4934,8%-16,5-3,5%R$ 1,6 bi
3VULC3VULC3VULCABRAS ON NMR$ 13,8133,2%3,9-0,4%R$ 4,4 bi
4RIAA3RIAA3RIACHUELOR$ 7,6731,7%2,6-3,5%R$ 3,9 bi
5GUAR3GUAR3GUARARAPES ON NMR$ 10,1429,3%2,80,0%R$ 4,2 bi
6LOGG3LOGG3LOG COM PROPON NMR$ 25,8326,6%5,7-1,4%R$ 2,3 bi
7LAVV3LAVV3LAVVI ON NMR$ 10,1025,5%5,0-2,3%R$ 2,0 bi
8POMO3POMO3MARCOPOLO ON N2R$ 4,8621,4%4,80,0%R$ 6,4 bi
9CGRA4CGRA4GRAZZIOTIN PNR$ 24,2921,0%7,3+0,4%R$ 618,2 mi
10CGRA3CGRA3GRAZZIOTIN ONR$ 24,3420,8%7,4-0,3%R$ 619,4 mi
11MOAR3MOAR3MONT ARANHA ONR$ 61,2120,6%23,50,0%R$ 749,9 mi
12CEBR5CEBR5CEB PNAR$ 24,5020,2%10,60,0%R$ 1,8 bi
13CEBR3CEBR3CEB ONR$ 24,9519,9%10,7+0,7%R$ 1,8 bi
14POMO4POMO4MARCOPOLO PN N2R$ 5,2219,6%5,3-0,8%R$ 6,4 bi
15BAZA3BAZA3AMAZONIA ONR$ 61,4719,4%4,1-0,4%R$ 3,4 bi
16ARML3ARML3ARMAC ON NMR$ 3,2419,4%21,9+2,2%R$ 1,1 bi
17CEBR6CEBR6CEB PNBR$ 28,1318,7%12,3+0,3%R$ 1,8 bi
18EVEN3EVEN3EVEN ON NMR$ 4,9018,5%4,6-1,2%R$ 992,0 mi
19MBRF3MBRF3MARFRIGR$ 14,8418,0%56,4-4,8%R$ 21,5 bi
20TRIS3TRIS3TRISUL ON NMR$ 4,1116,7%5,1-2,1%R$ 980,8 mi
21UNIP6UNIP6UNIPAR PNBR$ 61,4016,6%18,5+0,4%R$ 6,8 bi
22CSUD3CSUD3CSU DIGITAL ON EJ NMR$ 14,2916,5%5,9-1,0%R$ 597,3 mi
23UNIP5UNIP5UNIPAR CARBOCLOROR$ 62,0116,4%18,70,0%R$ 6,8 bi
24GEPA3GEPA3RIO PARANAPANEMAR$ 32,0016,0%9,80,0%R$ 3,5 bi
25UNIP3UNIP3UNIPAR ONR$ 58,0915,9%17,6-0,2%R$ 6,8 bi
26GPAR3GPAR3CELGPARR$ 10,5114,4%-28,40,0%R$ 837,4 mi
27MDNE3MDNE3MOURA DUBEUXON NMR$ 25,2314,3%5,1+1,0%R$ 2,6 bi
28MELK3MELK3MELNICK ON NMR$ 2,9014,3%4,9-1,0%R$ 600,2 mi
29CURY3CURY3CURY S/A ON ED NMR$ 29,3514,2%8,6-0,9%R$ 9,1 bi
30AZZA3AZZA3AZZAS 2154 ON NMR$ 16,6514,2%4,3-2,4%R$ 3,6 bi
31CEEB5CEEB5COELBA PNAR$ 42,6013,7%6,00,0%R$ 13,8 bi
32DIRR3DIRR3DIRECIONAL ON NMR$ 11,4513,3%7,2-1,6%R$ 6,1 bi
33FIQE3FIQE3UNIFIQUE ON NMR$ 5,5513,3%10,0-1,4%R$ 2,2 bi
34BGIP4BGIP4BANCO BANESER$ 33,0113,3%4,9-2,7%R$ 937,2 mi
35CYRE3CYRE3CYRELA REALTON NMR$ 20,7013,2%4,8+0,2%R$ 9,4 bi
36RDOR3RDOR3REDE D OR ON EJ NMR$ 33,3812,7%16,2-0,9%R$ 74,8 bi
37CSED3CSED3CRUZEIRO EDUON NMR$ 3,8512,7%5,1+0,8%R$ 1,4 bi
38CEEB3CEEB3COELBA ON EJR$ 46,8012,5%6,6+0,7%R$ 13,8 bi
39TGMA3TGMA3TEGMA ON NMR$ 30,9112,3%8,6-0,7%R$ 2,1 bi
40EZTC3EZTC3EZTEC ON NMR$ 11,4012,1%5,8+0,9%R$ 3,2 bi
41BRFS3BRFS3BRF SA ON EDJ NMR$ 17,9511,6%10,20,0%R$ 28,6 bi
42BRAP3BRAP3BRADESPAR ON N1R$ 18,5311,6%9,3-1,0%R$ 8,1 bi
43FESA4FESA4FERBASA PN N1R$ 6,0411,5%13,3+0,5%R$ 2,6 bi
44ABCB4ABCB4ABC BRASIL PN N2R$ 23,7511,4%6,2-0,1%R$ 6,2 bi
45BRSR6BRSR6BANRISUL PNB N1R$ 14,0311,0%3,4-0,9%R$ 6,6 bi
46BRAP4BRAP4BRADESPAR PN N1R$ 21,6010,9%10,9-1,4%R$ 8,1 bi
47SYNE3SYNE3SYN PROP TECON NMR$ 3,8710,8%9,0-1,5%R$ 590,7 mi
48CGAS5CGAS5COMGAS PNAR$ 123,1010,8%10,7-0,7%R$ 16,7 bi
49BBSE3BBSE3BBSEGURIDADEON NMR$ 41,5010,7%9,0-2,1%R$ 82,7 bi
50BRBI11BRBI11BR PARTNERS UNT N2R$ 14,5510,7%9,0-0,7%R$ 1,5 bi

Dividend Yield (DY) é o percentual de dividendos pagos por uma ação ou FII em relação ao seu preço atual: DY = (Dividendos 12 meses ÷ Preço Atual) × 100. Considerado bom: 4-8% para ações maduras, 8-12% para FIIs. DY acima de 12% pode indicar oportunidade ou armadilha de valor (value trap), exige análise do payout, geração de caixa e sustentabilidade. Este ranking lista os 50 ativos com maior DY da B3.

O que é Dividend Yield?

Dividend Yield (DY) é o indicador que mostra quanto uma empresa pagou em dividendos nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Um DY de 10% significa que, para cada R$ 100 investidos, o acionista recebeu R$ 10 em proventos no período. É o principal termômetro de renda passiva no Brasil, usado tanto pra ações de setores maduros (bancos, energia, saneamento, transmissão, seguradoras) quanto pra fundos imobiliários, onde o fluxo de dividendos é mais estável e previsível mês a mês.

A fórmula do DY considera dividendos + JCP (Juros sobre Capital Próprio) pagos nos últimos 12 meses dividido pelo preço da cota hoje. Como o numerador é histórico e o denominador é atual, o indicador sobe quando o preço cai e desce quando o preço sobe, mesmo sem mudança nos pagamentos. Por isso usar DY isolado pode enganar, sempre cruze com payout, geração de caixa, dívida líquida e consistência de pagamento dos últimos 5 anos.

Como o ranking é calculado?

O ranking considera o dividend yield nos últimos 12 meses (TTM), cruzando os dividendos pagos com o preço atual de cada ativo. Aplicamos filtros de qualidade para evitar distorções: excluímos DY acima de 50% (tipicamente erros de dados) e ativos sem histórico recente de pagamentos. Os dados vêm direto do feed oficial da B3 + filtros internos de saneamento (anti split/subscrição mal classificada).

Atenção ao "DY alto demais"

Um DY muito elevado pode indicar tanto uma oportunidade quanto uma armadilha de valor (value trap). Quando o preço da ação cai muito por problemas fundamentais, o DY histórico sobe artificialmente, mas dividendos futuros podem ser cortados. Use o ranking como ponto de partida e sempre analise o histórico de 5 anos, payout (acima de 80% pra ações é arriscado), geração de caixa operacional e endividamento.

Melhores Ações Pagadoras de Dividendos em 2026

Lista das ações brasileiras com histórico mais consistente de pagamento de dividendos, usadas como núcleo de carteiras de renda passiva. Ordem foca em consistência (5+ anos pagando) mais do que em DY pico do momento.

ITUB4 (Itaú Unibanco): Payout consistente de 50-60%, DY histórico 5-8%. Distribui via JCP, paga em ciclos mensais e trimestrais.

ITSA4 (Itaúsa): Holding controladora do Itaú e outras empresas (Alpargatas, Dexco, NTS). DY 6-9%, exposição a Itaú com desconto de holding.

BBAS3 (Banco do Brasil): DY 8-12%, banco estatal lucrativo com payout alto. Sensível a cenário político e direcionamento de crédito.

BBSE3 (BB Seguridade): DY 7-9%, seguradora ligada ao BB. Payout próximo de 90%, modelo capital-light gera caixa estável.

BBDC4 (Bradesco): DY 5-7%, banco privado com payout consistente. Estratégia mais conservadora que ITUB4.

TAEE11 (Taesa): Transmissão elétrica, contratos longos indexados ao IPCA. DY 7-10%, baixa volatilidade.

CMIG4 (Cemig): Geração e distribuição de energia em Minas Gerais. DY variável 6-12% conforme tarifa e dívida.

TRPL4 (Transmissão Paulista): Transmissão de energia, fluxo previsível. DY 8-11%, perfil parecido com Taesa.

ABEV3 (Ambev): Defensiva clássica, líder de cervejas. DY 4-6%, payout regular, geração de caixa robusta.

Melhores FIIs Pagadores de Dividendos Mensais

Os fundos imobiliários listados na B3 são obrigados por lei a distribuir 95% do lucro semestralmente, mas a maioria distribui mensalmente, daí o apelo pra renda passiva. Separamos por categoria.

FIIs de Tijolo (imóveis físicos)

HGLG11 (CGHG Logística): Galpões logísticos premium em SP, RJ e MG. Maior FII de tijolo do Brasil.

VISC11 (Vinci Shopping Centers): Shoppings em capitais brasileiras. Receita atrelada a aluguel + percentual de vendas dos lojistas.

HSML11 (HSI Malls): Shopping centers em cidades médias. Maior exposição ao consumo regional.

GGRC11 (GGR Covepi Renda): Logística e built-to-suit. Contratos longos atípicos com inquilinos âncora.

BCFF11 (BTG Pactual Fundo de Fundos): Fundo de fundos: investe em outros FIIs. Diversificação automática em uma cota só.

FIIs de Papel (CRIs e debêntures)

MXRF11 (Maxi Renda): CRIs diversificados, valor de cota baixa, FII mais popular de entry-level no Brasil.

KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários): CRIs corporativos high grade indexados ao CDI. Renda mensal estável.

KNIP11 (Kinea Índices de Preços): CRIs indexados ao IPCA. Proteção contra inflação no longo prazo.

DIVD11 (Maua Capital Recebíveis): High yield, busca CRIs com spread maior. DY tipicamente acima de 12%.

SNLG11 (Suno Logística): Mistura tijolo logístico + recebíveis. Estratégia híbrida de geração de caixa.

FIIs de Papel vs FIIs de Tijolo

As duas grandes famílias de fundos imobiliários têm dinâmicas, riscos e correlações diferentes. Misturar as duas é o primeiro passo pra diversificar uma carteira de renda passiva.

FIIs de Tijolo: Investem em imóveis físicos (galpões logísticos, lajes corporativas, shoppings, hospitais, agências bancárias) e geram receita via aluguel. DY tipicamente 8-10%, valor da cota oscila com o ciclo imobiliário, vacância, reajustes contratuais (IGP-M ou IPCA) e taxa de juros longa. Bom contra inflação no longo prazo, mas mais sensível a recessão.

FIIs de Papel: Investem em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), LCIs e debêntures, recebem juros corrigidos por IPCA ou CDI. DY tipicamente 9-13%, mais correlacionado com Selic, CDI e IPCA do que com mercado imobiliário físico. Distribuem mensalmente quase como renda fixa estruturada, mas com risco de crédito do emissor do CRI.

Dividendos vs JCP (Juros sobre Capital Próprio)

As empresas brasileiras podem remunerar acionistas de duas formas, e ambas contam pro dividend yield deste ranking.

Dividendos: distribuição direta de lucro líquido. Atualmente ISENTOS de Imposto de Renda pra pessoa física no recebimento (regra desde 1996).

JCP (Juros sobre Capital Próprio): remuneração que a empresa pode deduzir da base do IR corporativo (IRPJ + CSLL), gerando economia tributária. Ao acionista chega líquido com 15% de IR retido na fonte, mas como a empresa pagou menos imposto, o efeito combinado costuma ser melhor que dividendo puro.

Por que bancos usam tanto JCP: Itaú, Bradesco, Santander e BB têm caixa de sobra e patrimônio líquido alto, então maximizam o JCP pra reduzir IR corporativo. Por isso aparecem todo mês com DY consistente.

Tributação 2026: o PL 1.087/2025 propõe alíquota de 10% sobre dividendos recebidos acima de R$ 50 mil/mês por pessoa física. Está em discussão no Senado, vigência provável a partir de 2027 caso aprovado. Não afeta investidores de renda passiva comum, mas muda o cálculo pra grandes patrimônios.

Setores com Maiores Dividendos na B3

Mapa rápido de onde os dividendos vivem na bolsa brasileira. Use pra montar uma carteira de renda passiva diversificada por setor, evitando concentração de risco.

Bancos: DY médio 6-9%. Top tickers: ITUB4, BBAS3, BBDC4, ITSA4.

Seguradoras: DY médio 7-10%. Top tickers: BBSE3, IRBR3, CXSE3.

Energia (Geração): DY médio 6-10%. Top tickers: CMIG4, ELET6, EGIE3.

Energia (Transmissão): DY médio 8-11%. Top tickers: TAEE11, TRPL4, ALUP11.

Saneamento: DY médio 5-7%. Top tickers: SBSP3, SAPR11, CSMG3.

FIIs de Tijolo: DY médio 8-10%. Top tickers: HGLG11, VISC11, GGRC11.

FIIs de Papel: DY médio 9-13%. Top tickers: MXRF11, KNCR11, DIVD11.

Setores cíclicos (commodities, varejo, construção) podem entregar DY pontual alto após anos bons, mas tendem a oscilar muito. Pra renda recorrente, prefira utilities (energia, saneamento, transmissão) e financeiro.

Estratégia de Renda Passiva Mensal com Dividendos

Cinco regras práticas pra quem quer construir um fluxo previsível de dividendos sem cair em armadilha de valor.

1. Diversifique por classe e setor: Combine 5-10 ações com 5-10 FIIs de setores diferentes (bancos, energia, transmissão, FIIs de tijolo, FIIs de papel). Evita concentração de risco específico.

2. Foque em consistência, não em DY pico: Empresa que pagou dividendo todos os anos nos últimos 5 anos vale mais que uma com DY de 18% mas histórico errático. Veja o gráfico de proventos do ativo.

3. Reinvista enquanto está acumulando: Reinvestir dividendos é o segredo do efeito composto. Só comece a "viver dos dividendos" quando o patrimônio for suficiente, antes disso reinveste tudo.

4. Combine FIIs (mensais) com ações (trimestrais): FIIs distribuem todo mês, ações geralmente trimestral ou semestral. Misturar os dois alisa a curva mensal de proventos.

5. Atenção ao payout: Payout acima de 80% pra ações é arriscado, sinal de que a empresa distribui quase tudo o que ganha e tem pouco caixa pra investir ou aguentar crise. Pra FIIs o payout obrigatório é 95%, então o risco é outro (vacância, calote em CRI).

Glossário Rápido

DY (Dividend Yield): Percentual de dividendos pagos nos últimos 12 meses dividido pelo preço atual. Mostra rentabilidade em proventos.

TTM (Trailing Twelve Months): Janela móvel dos últimos 12 meses. Usada pra calcular DY, lucro, receita.

JCP (Juros sobre Capital Próprio): Forma de remuneração ao acionista que a empresa pode deduzir do IR corporativo. Tem 15% de IR retido na fonte.

Payout: Percentual do lucro líquido distribuído como dividendo. Acima de 80% pra ações é arriscado.

Value Trap: Ação com DY artificialmente alto porque o preço caiu por problemas fundamentais. Dividendos futuros podem ser cortados.

Data-com / Data-ex: Data-com: último dia pra ter direito ao dividendo. Data-ex: dia em que a ação passa a ser negociada sem direito ao provento.

DY on Cost: Dividend yield calculado sobre o preço médio de aquisição, não sobre preço atual. Mostra o "yield real" da sua posição.

Provento: Termo guarda-chuva pra qualquer pagamento ao acionista: dividendo, JCP, bonificação ou subscrição.

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Perguntas Frequentes sobre Dividend Yield

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Para ações maduras (bancos, energia, saneamento) entre 4-8% é considerado bom. Para FIIs entre 8-12% é o padrão de mercado. DY acima de 12% pode ser oportunidade ou armadilha de valor (value trap), exige análise de payout, geração de caixa, dívida líquida e consistência histórica antes de comprar.

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