A corretora de valores é a porta de entrada para investir na bolsa. O investidor não compra ações diretamente na B3: ele precisa de uma corretora, que recebe suas ordens e as executa no mercado, além de oferecer a plataforma de negociação e os relatórios de rendimentos.
Entre suas funções estão intermediar as ordens de compra e venda, disponibilizar o home broker, dar acesso a produtos de renda fixa, fundos e ofertas públicas, e emitir os informes usados na declaração de imposto. Algumas oferecem também assessoria e conteúdo. Todas são reguladas e fiscalizadas pela CVM.
Na hora de escolher, vale comparar taxas (corretagem e custódia, hoje muitas vezes zero), a qualidade e a estabilidade da plataforma, a variedade de produtos disponíveis, o atendimento e a reputação da instituição. O custo já não é o único critério, já que a corretagem zerou em boa parte do mercado.
Um ponto de segurança importante: a corretora é intermediária, não a guardiã final dos seus ativos. Ações e outros papéis ficam registrados em seu nome na custódia da B3. Se a corretora tiver problemas, os ativos continuam sendo seus e podem ser transferidos para outra instituição.