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B3 · dados com atraso de 15 min
Telef Brasilon · VIVT3B3

R$ 30,58

-R$ 0,27 (0,88%) hojefech. anterior R$ 30,85 · atualizado em 07/08

VIVT3
em 12 meses.

VIVT3-1,89%IBOV+26,36%
Valor de MercadoR$ 98,67B
Dividend Yield3,65%
P/L (TTM)14,95
ROE10,1%
Receita (12M)R$ 56,81B
Lucro Líquido (12M)R$ 6,07B
Margem Líquida10,7%
R$ 30
R$ 35
R$ 40
VIVT3 hojeR$ 30,58
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VIVT3 faz parte de 2 teses.

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Os números
da empresa.

Últimos 12 meses · dados da B3 e balanços
RentabilidadeBoa
CrescimentoBaixo
EndividamentoBaixo
ValuationJusto
DividendoModerado
ROE
10,1%
Moderado
Dividend Yield
3,65%
Moderado
P/L
14,95
Justo
P/VP
1,50
Atrativo
Redentia AIO P/L de 14,95 está em linha com a média da B3: o preço acompanha os fundamentos, sem prêmio nem desconto relevante.Perguntar sobre o valuation
EV/EBITDA
2,61
Baixo
Margem Líquida
10,7%
Moderada
Receita (12M)
R$ 56,8B
↑ 6,7% a.a.
Lucro Líquido (12M)
R$ 6,1B
↓ 0,9% a.a.
Redentia AIO DY de 3,65% fica abaixo das grandes pagadoras: aqui o retorno depende mais do preço do que dos proventos.Analisar os dividendos
Dív. Líq./EBITDA
0,26
Baixo
ROA
5,1%
Moderado

Uma máquina
de dividendos.

R$ 3,74 por ação nos últimos 12 meses
Dividend Yield (12M)12,23%
FrequênciaMensal
Próximo pagamento30 abr 2027
R$ 1,57
R$ 1,87
R$ 1,29
R$ 2,46
R$ 1,57
R$ 3,74
202120222023202420252026
Dividendos + JCP por ação, por ano · 2026 considera os últimos 12 meses

O que a Redentia vê.

Análise gerada pela Redentia AI · atualizada hoje
Redentia ScoreFraco
36/100
Rentabilidade36
Valuation47
Dividendos33
Endividamento92
ConsensoCOMPRA FORTE
+23,57%
de upside até o alvo médio
R$ 30,58atualR$ 37,79alvo médioR$ 49,34alvo máx.
O alvo mais conservador, R$ 30,10, fica 1,6% abaixo do preço atual.
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Sobre Telef Brasilon

A Telefônica Brasil, conhecida no mercado pela marca comercial Vivo, é a maior operadora de telecomunicações do Brasil em receita, base de clientes e cobertura geográfica. A companhia oferece serviços de telefonia móvel, banda larga fixa, TV por assinatura, telefonia fixa, internet via fibra óptica (FTTH), serviços corporativos para empresas, soluções de cibersegurança, IoT (Internet das Coisas) e produtos digitais como streaming de vídeo, plataformas educacionais e financeiras. A operação cobre todos os estados brasileiros, com presença particularmente forte em São Paulo, herdada do legado da privatização da Telebras.

A operação se estrutura em torno de três grandes negócios. Mobilidade é o coração da receita, com mais de 100 milhões de linhas móveis em planos pré-pagos, controle e pós-pagos, sob a marca Vivo. Banda Larga e Fibra cobre milhões de domicílios via rede de fibra óptica que se expande continuamente, competindo com Claro/Net, Tim, Oi e operadoras regionais. B2B oferece soluções de conectividade, cloud, cibersegurança e digital workplace para grandes empresas, governo e PMEs, com ofertas que vão muito além de telefonia tradicional.

VIVT3 é o ticker das ações ordinárias (ON) da Telefônica Brasil, controlada pela Telefónica S.A. (Espanha), uma das maiores operadoras de telecomunicações do mundo, com presença em vários países da Europa e da América Latina. A companhia é uma das maiores pagadoras de dividendos da B3 dentro do setor de telecomunicações, tem peso relevante no Ibovespa e no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), e é referência para investidores em busca de exposição defensiva ao consumo doméstico, com receita estável atrelada a planos de assinatura recorrente.

A tese de investimento

A primeira vantagem da Vivo é a liderança consolidada em telecom. A companhia tem a maior base de clientes em telefonia móvel do Brasil, com market share frequentemente acima de 30%, e a maior cobertura de fibra óptica em domicílios passados. Essa escala gera economias relevantes em compra de equipamentos, contratos com vendors, capacidade de investimento em rede 5G e poder de negociação com provedores de conteúdo. Concorrentes precisam de bilhões de reais em capex para competir em rede, criando barreira de entrada estrutural.

O segundo pilar é a geração de caixa robusta e a política de dividendos. Telecom é setor maduro com receita predominantemente recorrente, baixa volatilidade comparada a setores cíclicos e necessidade de capex previsível. A Vivo combina geração de caixa estável com payout elevado, frequentemente entre 80% e 100% do lucro líquido, sob forma de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP). O dividend yield histórico costuma estar entre os mais altos do setor de telecom global, atraindo investidores institucionais focados em renda passiva.

A migração para fibra óptica e 5G é vetor de crescimento estrutural. A Vivo investiu fortemente em FTTH (fiber to the home), substituindo gradualmente a rede de cobre obsoleta por fibra de alta velocidade, o que aumenta ARPU (receita média por usuário) e reduz custo operacional de longo prazo. O 5G abre oportunidades em B2B com IoT industrial, smart cities, conectividade automotiva e edge computing. A capacidade de monetizar essas frentes nos próximos anos é diferencial vs. concorrentes menores.

Por fim, há a diversificação para serviços digitais. A Vivo expandiu para áreas adjacentes como Vivo Play (streaming), Vivo Money (financeiro), saúde digital, segurança residencial e parcerias com empresas de e-commerce e educação. Mesmo que essas frentes ainda representem fração pequena da receita total, oferecem opcionalidade de crescimento e melhoram engajamento e retenção do cliente em planos de telecom. Para investidores, VIVT3 oferece exposição defensiva ao consumo doméstico com beta historicamente baixo e dividend yield consistente.

Os riscos

O principal risco da Vivo é a competição em telecom. O mercado brasileiro tem três grandes players (Vivo, Claro/América Móvil, Tim) competindo por base de clientes em mobilidade, além de operadoras regionais agressivas em fibra como Brisanet, Desktop e Algar. Em mobilidade, a saída da Oi do segmento (com divisão dos ativos entre Vivo, Claro e Tim em 2022) reduziu a competição em quatro para três players, mas pressão por preço em planos pré-pagos e em ofertas combinadas (mobile + fibra + streaming) segue alta.

O segundo risco é o capex pesado. Operações de telecom precisam investir continuamente em manutenção e expansão de rede, em ciclos tecnológicos como 4G para 5G e cobre para fibra, e em frequências em leilões da Anatel. A Vivo investiu bilhões de reais no leilão de 5G de 2021 e segue com capex anual elevado, o que pressiona fluxo de caixa livre e capacidade de aumentar dividendos no curto prazo. Em ciclos de juros altos, o custo da dívida amplifica o impacto.

A regulação é fator estrutural relevante. A Anatel define regras sobre preços, qualidade de serviço, neutralidade de rede, leilões de espectro e obrigações de cobertura em áreas remotas. Mudanças em política tarifária, exigências de universalização ou regras anti-trust podem afetar margem e capacidade de investimento. A migração de regime de concessão para autorização (LGT 2.0) em telefonia fixa é exemplo de mudança regulatória estrutural que ainda gera ajustes operacionais.

Há também o risco da disrupção tecnológica. Aplicações OTT (over-the-top) como WhatsApp, Telegram, Zoom, Netflix e Spotify substituem voz, SMS e parte do consumo de TV, capturando margem que historicamente era das operadoras de telecom. Plataformas globais usam infraestrutura da Vivo sem pagar pela rede, e movimentos como fair share (partilha justa de custos) ainda são debatidos sem solução estrutural. Por fim, há risco cambial em equipamentos importados (rede 5G, fibra) e risco macro de redução de poder de compra do consumidor brasileiro impactando ARPU.

Como se compara com os pares

Na B3, os pares naturais da Vivo são Tim Brasil (TIMS3) e Oi (OIBR3), além de operadoras regionais como Brisanet (BRIT3) com perfil mais focado em fibra. Tim Brasil tem perfil similar em mobilidade mas escala menor, com market share próximo de 25% contra mais de 30% da Vivo. Oi passou por reestruturação judicial profunda e vendeu sua operação móvel em 2022, restando com foco em fibra e clientes corporativos. Brisanet é pure-play em FTTH em segmento regional, com dinâmica diferente das três grandes nacionais.

Comparada a peers globais como Verizon (VZ), AT&T (T) e T-Mobile US (TMUS), além das majors europeias como Deutsche Telekom (DTE), Vodafone (VOD) e Orange (ORA), a Vivo opera em mercado emergente com crescimento histórico mais alto que telecoms maduras, mas com prêmio de risco país e moeda. O P/L histórico da Vivo costuma ficar entre 10 e 18 vezes, com dividend yield frequentemente superior ao de telecoms americanas (3 a 5%) e europeias (5 a 8%), refletindo combinação de payout alto e desconto de mercado emergente.

Em produtividade operacional, a Vivo tem indicadores de churn (taxa de cancelamento) competitivos, ARPU em mobilidade próximo do topo do mercado brasileiro e crescimento de base de fibra entre os maiores do país. Em ESG, a companhia mantém metas de reduzir emissões via expansão de fontes renováveis em consumo elétrico de antenas e datacenters, integra o ISE da B3 e tem programas de inclusão digital em áreas remotas. Comparada a telecoms europeias, ainda há cobrança por progresso em economia circular (reciclagem de equipamentos) e em reporte de cadeia de fornecedores.

A história do papel

A história da Telefônica Brasil remonta à privatização do sistema Telebras em 1998, quando o governo federal vendeu em leilão público as operadoras estaduais e interestaduais que formavam o monopólio estatal de telefonia. A região de São Paulo, considerada a mais valiosa, foi adquirida pelo grupo Telefónica da Espanha, dando origem à Telesp. A empresa passou as primeiras décadas após a privatização modernizando a planta de cobre herdada e migrando clientes para serviços digitais.

Em 2010 e 2011, a Telefônica brasileira incorporou a Vivo Participações em uma fusão de bilhões de reais, consolidando a operação móvel sob a marca Vivo. A fusão criou a maior operadora de telecomunicações integrada do Brasil, combinando a forte base fixa em São Paulo com a presença nacional em mobilidade. A integração levou anos, com unificação de sistemas, redes e marca, completando-se ao longo da década seguinte com o desligamento gradual da marca Telefônica para clientes finais.

Nos anos 2010, a companhia investiu fortemente em 4G, na expansão de fibra óptica em domicílios e na transformação digital da operação. Em 2014, a Telefônica Brasil adquiriu a GVT, operadora de banda larga e telefonia fixa fora de São Paulo, consolidando presença nacional em fibra. A integração da GVT trouxe sinergias relevantes em backbone, base de clientes corporativos e capacidade de oferecer pacotes combinados em todo o país.

A partir de 2020, a estratégia se concentrou em três frentes. Primeiro, a aquisição de parte dos ativos móveis da Oi em 2022, em consórcio com Tim e Claro, que reforçou base de clientes e espectro. Segundo, o leilão do 5G em 2021, que garantiu frequências para a próxima geração de redes móveis. Terceiro, a expansão acelerada de FTTH, com adição de milhões de domicílios passados por fibra ao ano. A política de dividendos se manteve generosa ao longo do período, consolidando VIVT3 como uma das principais ações de renda passiva no setor de telecomunicações brasileiro.

Perguntas frequentes sobre VIVT3

Atualmente, a Telefônica Brasil tem apenas ações ordinárias (ON) em circulação, negociadas sob o ticker VIVT3. As ações preferenciais (VIVT4), que historicamente existiram, foram convertidas em ordinárias em processo de conversão concluído nos últimos anos. Ou seja, hoje todos os investidores detêm VIVT3, com direito a voto em assembleias. Isso simplificou a estrutura de capital e ampliou a base de votos no controle da companhia.

Análise de VIVT3 atualizada em 05 de maio de 2026

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